É a Nação Xambá, ligada ao Terreiro Santa Bárbara.

A história da comunidade está associada à chegada do babalorixá Artur Rosendo Pereira ao Recife, na década de 1920. A casa sofreu repressão policial e foi fechada em 1938, permanecendo sem funcionamento público por anos. Em 1950, Mãe Biu reabriu o terreiro, que posteriormente se consolidaria no atual território do Portão do Gelo. 

A comunidade preservou documentos, fotografias, registros e objetos que ajudam a contar essa trajetória.

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Em 2018, a Nação Xambá recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, reconhecimento que colocou a história da comunidade em evidência também no campo das políticas culturais. 

O acervo reúne centenas de fotografias e documentos relacionados à vida de Mãe Biu e à história da casa.

Mas talvez o patrimônio mais importante seja aquilo que não cabe em uma vitrine: o conhecimento transmitido entre gerações.

A Nação Xambá mostra como uma comunidade religiosa pode também ser espaço de memória, cultura e preservação histórica.

FONTE/CRÉDITOS: PORTAL DA UFAL INTERNET