As eleições gerais de 2026 serão realizadas em 4 de outubro, em primeiro turno. Caso seja necessário segundo turno nas disputas majoritárias, a votação ocorrerá em 25 de outubro.

Neste ano, o eleitorado escolherá presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Serão seis escolhas na urna eletrônica.

Para as comunidades de religiões de matriz africana, o processo eleitoral envolve também temas relacionados à liberdade religiosa, ao combate ao racismo religioso, à preservação cultural e às políticas públicas voltadas às populações negras e comunidades tradicionais.

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O Congresso Nacional tem papel central na elaboração e alteração das leis federais. Câmara dos Deputados e Senado Federal também exercem funções de fiscalização do Poder Executivo.

O presidente da República, por sua vez, exerce a chefia do Poder Executivo federal e participa do processo legislativo por meio de sanção ou veto de projetos aprovados pelo Congresso, além de conduzir políticas públicas federais.

Governadores também administram políticas e serviços públicos nos estados.

No caso dos senadores, a eleição de 2026 renovará dois terços das cadeiras do Senado, correspondentes a 54 das 81 vagas. Também serão eleitos 513 deputados federais e os deputados estaduais e distritais, conforme o número de cadeiras de cada unidade da Federação.

Entre os temas que podem ser acompanhados pelos eleitores estão propostas e posicionamentos sobre liberdade de crença, proteção de comunidades tradicionais, patrimônio cultural, educação para as relações étnico-raciais e enfrentamento à intolerância religiosa.

A legislação brasileira garante a liberdade de consciência e de crença. A análise das propostas e do histórico dos candidatos permite ao eleitor identificar como cada candidatura se posiciona diante desses temas.