E justamente por isso merece ser conhecido.

O levantamento realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social identificou essa denominação entre as formas religiosas declaradas por comunidades pesquisadas, especialmente na região de Belém. 

O nome chama atenção imediatamente para elementos associados aos povos indígenas.

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Sua presença ao lado de denominações como Tambor de Mina, Mina de Caboclo e Pajelança mostra a complexidade do campo religioso amazônico.

Não estamos diante de uma única forma de espiritualidade.

São diferentes caminhos, histórias e formas de identificação.

A pesquisa é especialmente importante porque não partiu apenas de categorias definidas pelos pesquisadores. O questionário perguntava às próprias lideranças como suas casas se identificavam e quais outras formas religiosas eram praticadas no local. 

Isso ajuda a compreender por que existem nomes que raramente aparecem nos livros didáticos ou nos grandes meios de comunicação.

Algumas experiências religiosas permanecem conhecidas principalmente por quem as pratica.

Dar espaço a esses nomes é também ampliar o mapa cultural do Brasil.